Sabes, às vezes ainda me pergunto porque é que me dou ao trabalho de te olhar nos olhos, de levantar o meu braço esquerdo e acenar-te dizendo "olá".
É verdade, tenho saudades tuas. É verdade... és tão importante que até magoas com os teus raro desprezo.
Saudades da nossa cumplicidade, dos nossos almoços, abraços, discussões até...
Não vou deixar de gostar de ti, como prometido. Aconteça, o que acontecer.
Os olhares morrem, mas o sentimento nunca mudará.

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